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DICAS

Dicas de Acabamento [+]

Dicas de Portas

• Se a porta for de madeira de lei, pode ficar sem acabamento, ao natural, bastando lixar e aplicar cera de carnaúba e, posteriormente, lustra-móveis para conservação; ainda neste caso, é conveniente aplicar um produto selante (base para os acabamentos, atuando como impermeabilizante), que veda os poros da madeira, ajudando a proteger contra intempéries.

• Uma alternativa para o acabamento é a aplicação de verniz, fosco ou brilhante.

• Para colorir, as tintas do tipo látex acrílico são uma ótima opção, pois filtram os raios ultravioletas. Há ainda a possibilidade de usar verniz com pigmento à base de anilina diluída.

• A aplicação de laca confere à madeira um aspecto plastificado ou até marmorizado, dependendo do tipo de trabalho.

• Num efeito diferenciado, a madeira clareada ou escurecida é fácil de obter. Para clarear, emprega-se ácido muriático, cloro ou água oxigenada. Betume misturado a um produto selante, extrato de nogueira ou cera de carnaúba escurecem o material. Em qualquer um dos processos, o produto deve ser aplicado com suavidade e de maneira uniforme, a não ser que o desejado seja o efeito manchado. Nesse caso, a aplicação é feita com pincéis ou estopa.

• Outra opção de acabamento é revestir com laminado melamínico, de fácil manutenção.

• Para a colocação de vidros, deve-se preferir os temperados.

Portas em madeira de boa qualidade dificilmente irão apresentar problemas com cupins, pois, além de sua própria resistência natural, é provável que tenham passado por tratamentos preventivos. Se apesar disso a peça for atacada por esses insetos, a saída é a aplicação de inseticidas com pincel ou por injeção.


Dicas de Janelas

As janelas são consideradas componente das edificações, embora elas, em si, sejam um sistema de partes fixas e móveis, constituído por diversos componentes que se encaixam ou se ajustam para permitir o seu funcionamento. Elas são projetadas com as seguintes finalidades:

1- Controlar a Iluminação Ambiente:

As janelas com panos de vedação transparentes ou translúcidos devem proporcionar ao ambiente uma iluminação adequada às atividades dos ocupantes.

Devem ser dimensionados os vão das janelas na razão de 1/8 da área do piso para compartimentos de utilização transitória, quais sejam vestíbulos, salas de entrada, de espera, cozinhas, instalações sanitárias, depósitos, e outros de destinação semelhante. Nos compartimentos de permanência prolongada como quartos, salas, lojas, gabinetes de trabalho, escritórios, consultórios, copas e salas de jantar, a área dos vãos deve ser de 1/6 da área do piso.

2- Promover ventilação adequada:

Não é aconselhável que as janelas confiram estanqueidade total ao ar, a menos em situações de interesse específico. A vazão do ar através da janela deve sempre existir, de forma a permitir uma troca de ar que, no mínimo, garanta condições de salubridade ao ambiente. Essa vazão, entretanto, não deve permitir perdas excessivas de calor no período do inverno, de ar refrigerado em ambientes condicionados artificialmente, ou ventos excessivos direcionados de fora para dentro que provoquem desconforto aos usuários.

As janelas devem permitir ventilação de pelo menos a metade da sua área total. Prefira as básculas, máximo-ar, às janelas de correr.

3- Impedir a penetração de águas pluviais:

As janelas, embora devam permitir penetração controlada de ar, não devem permitir a penetração de águas pluviais. Todos os dispositivos devem ser projetados e construídos de forma a garantir estanqueidade à água.

Devem existir proteções na fachada, tais como beirais, pingadeiras, ressaltos e outros detalhes construtivos que evitem os excessos de águas de chuva que se formam na superfície das fachadas e se projetam sobre as janelas.

No caso de basculante estes não devem ter folgas muito grandes nas suas partes móveis, e devem ter pingadeiras horizontais e verticais, com dimensões de forma a cobrir bem a peça adjacente. A parte inferior não deve ser móvel, para fixação da alavanca de manejo.

Nos basculantes em cantoneira de ferro as cantoneiras de montagem terão seus cantos internos bem recortados, não contendo restos de solda ou tinta que venham a impedir seu total fechamento. Os grampos de fixação serão em rabo de andorinha, chumbados na alvenaria com argamassa de cimento e areia traço 1:3, sendo no mínimo em número de dois em cada lado da esquadria, espaçados aproximadamente 60 cm.

Nos caixilhos de correr as folhas móveis deve ter nas laterais e na parte superior boa superposição dentro dos rebaixos dos montantes e sobre as folhas fixas. Os trilhos rebaixados terão dispositivos para esgotar a água com facilidade.

Nas janelas tipo guilhotina, os rebaixos em volta do montante que servem como guias e encaixe das folhas, devem ser bastante profundos (no mínimo 15 mm) e ter pouca folga para as folhas, para impedir a penetração de chuva com o vento. A superposição da folha externa sobre a interna deve ser bastante grande e com pouca folga entre elas.
No caso dos peitoris de massa o revestimento deve sempre passar por baixo da janela, nunca deixando uma junta entre esta e o peitoril.

Os peitoris terão uma boa inclinação para fora. Os peitoris em pedra devem ficar salientes em relação ao revestimento externo, com pingadeira eficiente.

Em todos os tipos de janelas as folhas ou caixilhos devem ser milimetricamente esquadrejados de forma a permitir o seu perfeito funcionamento.

4- Isolar o ambiente de ruído externo:

Independentemente do seu tipo, as janelas devem representar uma barreira à penetração de ruídos gerados no exterior do edifício.

Este item está ligado ao projeto total da esquadria e ao seu fabrico. Se bem ajustada, com todas as partes se encaixando perfeitamente, além de vidros bem dimensionados para os vão, a janela tende a promover um bom isolamento ao ruído externo.

Em casos especiais, onde o nível de ruídos externos é extremamente elevado, poderão ser projetadas de modo a oferecer alto grau de isolação acústica, mediante a adoção de vidros duplos, caxetas e outros dispositivos especiais.

5- Oferecer segurança:

Nos basculantes os vão da partes móveis não devem ter largura superior a 15 cm de forma a impedir a entrada de pessoas.

Nas janelas de correr deve-se prever, além do puxador com fechadura, um dispositivo para cadeado.

As venezianas das janelas de madeira não devem ter largura superior a 40 ou 50 cm. Se necessário devem ser divididas com um montante central.

6- Oferecer conforto na sua utilização e no seu manuseio:

As janelas, durante sua vida útil, serão operadas a fim de conferir aos usuários as condições mais favoráveis de conforto para as atividades a serem realizadas no aposento. O manuseio das folhas móveis deve ser de grande facilidade, requerendo o mínimo de esforço do operador.

É necessário um ajuste perfeito entre as peças e devem existir folgas mínimas, apenas as necessárias ao seu bom funcionamento.

De acordo com o tipo de janela, suas folhas podem sofrer esforços inadequados devido às condições normais ou anormais de funcionamento. Por isso devem ser projetas e construídas de forma a suportarem esforços sem se deformaram de maneira permanente, prejudicando seu funcionamento, nem permitirem a deterioração de alguns de seus componentes ou quebra de vidros.

Assim como no caso do isolamento ao ruído externo, a esquadria bem projeta e fabricadas tendem a oferecer conforto na sua utilização.


Cilindro da Fechadura

Nunca lubrifique o cilindro da fechadura com óleo. Quando necessário, use apenas pó de grafite.


Como colocar uma fechadura

  • Marque a posição de colocação da fechadura na porta, com uma linha horizontal na altura em que será colocada a fechadura (1,10 m).
  • Transfira essa linha para a lateral da porta e marque uma outra linha vertical para dividir a espessura da porta ao meio.
  • Faça alguns furos com a broca de diâmetro 10 mm ao longo do local onde será embutida a fechadura.
  • Com um formão faça o entalhe para embutir a fechadura.
  • Coloque a fechadura na porta, risque os contornos da testa da fechadura e retire-a com um formão. Faça o entalhe para embutir a testa, deixando uma caixa com 2 mm de profundidade.
  • Para fazer o furo da maçaneta, use uma broca chata com diâmetro de 1/2". Para o furo do castelo monobloco ou castelo quádruplo, use uma broca com diâmetro de 3 mm. Faça vários furos na linha do contorno do mesmo. Use formão para vazá-los e dê acabamento com uma grosa.
  • Acione a lingüeta da fechadura, encoste a porta no batente, marque as linhas do trinco e da lingüeta e transfira-as para dentro do batente. Trace uma linha vertical dividindo o batente ao meio.
  • Centralize a contra-testa e marque o contorno interno dos furos.
  • Com um formão, faça os entalhes dos mesmos nos batentes. Pronto, agora é só fixar a fechadura e aparafusar o espelho e a contra-testa.
  • Em caso de substituição, a medida da fechadura a ser trocada é muito importante para poder se aproveitar os furos já feitos na porta.
  • É recomendável adquirir uma fechadura com o espelho mais largo, para cobrir os furos antigos.
  • Na hora da compra , haverá três opções de medida: 40, 45 e 55 mm. Essas medidas correspondem à distância entre o eixo do castelo e a face da testa da fechadura.
  • Fechaduras de 40 mm devem ter maçanetas tipo alavanca, pois a do tipo rosácea ou bola ficariam muito próximas ao batente da porta, dificultando o acionamento.
  • Para reversão do trinco, use apenas uma chave de fenda inserida no canal lateral do trinco reversível. Puxe o trinco para fora, gire-o e encaixe-o novamente.
  • O cilindro de uma fechadura não deve, em hipótese alguma, ser lubrificado com óleo. Quando necessário use pó de grafite.
 
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